Dois anos após a morte da mãe, Ana vive imersa em uma rotina marcada pelo fracasso profissional, pelo fim do casamento e por um cansaço emocional profundo. Ao revisitar objetos guardados, ela encontra um bilhete escrito pela mãe, destinado a ser lido em um momento de extrema fragilidade. As palavras não oferecem respostas prontas nem aliviam imediatamente suas dores, mas despertam nela algo esquecido: a lembrança da própria força. O conto acompanha esse encontro silencioso entre passado e presente, revelando como um gesto simples pode reacender a coragem necessária para seguir vivendo, mesmo quando tudo parece perdido.